quinta-feira, 27 de junho de 2013

A leitura e Eu.

A leitura e a matemática estão realmente interligados, e esse processo de aprendizagem é realmente marcante em nossas vidas.
Eu sempre soube que meus pais não gostavam muito de ler. Porém os mesmo nunca deixaram de incentivar meu irmão e eu.
Todas as semanas eles compravam revistas em quadrinho, almanaques além de revistas educativas.
Lembro-me muito bem de cada detalhe: Já na banca de jornal eu me perdia em meio a tantas revistinhas, sempre ficava em duvida sobre qual levar. No final acabava comprando Turma da Mônica ou Tio Patinhas. Como eu me divertia com esses personagens...
E o cheiro da revista nova, hum... Eu folheava página por página a fim de ver todos os desenhos, e só depois de ter virado o livrinho do avesso é que eu me fixava na história e começava e lê-la realmente. Era uma grande emoção!
Meu irmão, por me ver muitas vezes lendo, se inspirou e me superou. Logo aos seis anos ele já havia aprendido a ler e lia muito mais livros do que eu. Tudo é interessante para ele, até hoje.


Confesso que por causa dele (mesmo meu irmão sendo mais novo do que eu), eu me empolguei diversas vezes. Foi com ele que abri o meu leque de gostos literários.
E hoje compartilhamos muitas ideias. A leitura continua nos unindo.
Por: Daiana de Oliveira Mercelino

domingo, 16 de junho de 2013

Plano de Aula


Plano de Aula

 

Tema: Equações do 2º grau

Objetivo: Traduzir situações que podem ser escritas por meio de equações do segundo grau para em seguida resolvê-la, obtendo suas raízes mediante fatoração ou demais estratégias, discutindo o significado dessas raízes em confronto com a situação proposta.

Justificativa: Desenvolver no educando habilidades de competências inerentes a disciplina e atendendo ao Currículo do Estado de São Paulo no item: “Todos lidam com números”, medidas, formas, operações; todos leem e interpretam textos e gráficos, vivenciam relações de ordem e de equivalência, argumentam e tiram conclusões validas a partir de proposições verdadeiras, fazem inferências plausíveis a partir de informações parciais ou incertas. Em outras palavras, a ninguém e permitido dispensar o conhecimento da Matemática sem abdicar de seu bem mais precioso: a consciência nas ações.

Neste sentido despertar no educando que a vivência matemática por meio de estratégias nas quais ele possa dialogar e apresentar hipóteses de resoluções de situações problemas propostas, sabendo ouvir e argumentar os resultados obtidos, desenvolvendo a habilidade de articular os conhecimentos adquiridos ao longo do estudo e possibilitando novas estratégias significativas de resolução que transcenderá a sala de aula. Ainda possibilitando os resultados avaliativos de instrumentos internos e de avaliações externas como o SARESP.

Estratégia: Roda de conversa para retomada de conceitos adquiridos em situações de aprendizagem anteriores, proposta da situação problema do cálculo do lado do quadrado de área 36cm2. Posteriormente será realizado o questionamento se a equação correspondente a esta é uma equação do segundo grau. Apresentarei uma breve introdução à histórica às equações do 2º grau. Comentando com o aluno o seguinte problema: achar dois números, conhecendo sua S soma e seu produto P, é um dos mais antigos da matemática. Ele já se encontra em textos cuneiformes, escritos pelos babilônios, mil e setecentos anos antes de Cristo. Levarei para a sala de aula o artigo “A equação do segundo grau” de Elon Lages de Lima, RPM n.º13, 1998.

Apresentaremos por meio deste artigo pela primeira vez a questão da existência ou não de solução. Por exemplo, existem dois números tais que a soma seja igual a dois e o produto igual a 3?

As equações do segundo grau (também chamadas de equações quadráticas) aparecem naturalmente em vários contextos algébricos e geométricos. Identificaremos para dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem se o aluno possui os seguintes conhecimentos iniciais – Habilidades em desenvolver:

• Equação do primeiro grau

• Linguagem algébrica

• Operações com expressões algébricas básicas

• Valor numérico de uma expressão algébrica

• Área

Apresentaremos algumas situações de aprendizagem na qual o aluno se familiarize com o conceito com o conceito de raiz de uma equação do segundo grau. Primeiramente com alguns exemplos de substituição numérica em expressões de segundo grau observando sempre possível verificar se algum número é ou não raiz de uma equação. Seguidamente  apresentaremos  a equação x2 - a = 0, para vários valores de a.

Realizaremos uma roda de conversa para a discussão do conceito de raiz quadrada de um número e gradativamente criaremos situações de aprendizagem  mais complexas com por exemplo: x2– bx = 0, para diversos valores de b e (x-b)2–c = 0, de modo que a turma perceba que manipulações algébricas podem ajudar na resolução de uma equação do segundo grau. Esta é também uma ocasião para que o aluno desenvolva o seu espírito analítico por meio da observação de diversas situações em que um problema pode ter uma, duas ou nenhuma solução. Além disso, muitas vezes, conforme o contexto é necessário descartar uma solução que não seja compatível com problema proposto.

A fatoração de uma expressão de grau dois como produto de dois fatores de grau um permite a dedução da fórmula para obtenção das raízes de uma equação do segundo grau (“completando o quadrado”, por exemplo).

Em seguida iremos realizar a leitura do Caderno do aluno, página 11 – Leitura e Análise de Texto – “A área de um quadrado acrescida de 8 vezes o seu lado é igual a 65. Qual é a medida do lado desse quadrado?”. Realizaremos explicações e solicitaremos que o aluno coloque suas hipóteses de resolução para a socialização com a classe, faremos a intervenção de acordo com o que for exposto pelo aluno até que o mesmo construa o conceito de equação de 2º grau.

Público alvo: 9º ano/ 8ª série

Previsão de tempo: 10 a 12 aulas

Recursos: lousa, giz; caderno do aluno volume 2, sala de informática, artigo – “A equação do segundo grau” de Elon Lages de Lima, Revista do Professor de matemática , n.º13, 1998, artigo “Uma abordagem histórica da equação do 2º grau de Wagner da Cunha Fragoso, Revista do Professor de matemática,  Livro Pra que serve a Matemática? Imenes , Jakubo e Lellis, editora Atual

 Avaliação: Avaliação contínua durante todo o processo de construção de conhecimento do aluno e as estratégias utilizadas para resolução de exercícios, socialização de hipóteses e listas de exercícios para observação de saber do educando bem como de avaliações para verificação de sistematização do conhecimento pelo educando.

Maria das Dores da Silva

Professora de Matemática

 

 

MAPA DE PERCURSO

SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL

                                                                         

CONJ. NÚMEROS INTEIROS, NATURAIS E RACIONAIS   ← FRAÇÕES E               DECIMAIS.

                                                                           

CONJ. NÚMEROS REAIS

                                                                           

OPERAÇÕES (POTENCIAÇÃO E RADICIAÇÃO)

                                                                                                                                    SISTEMAS DE COORDENADAS                                     

                                                                                                                                          

           EQUAÇÃO DO 1º GRAU       EQUAÇÃO DO 2º GRAU         GRÁFICO DE EQUAÇÕES

                             

         CONCEITO DE EQUAÇÕES

                             
          EXPRESSÕES ALGÉBRICAS   ← USO DE LETRAS

domingo, 9 de junho de 2013

minha relação com a leitura

Oi!!!

Minha vida com a leitura mostra um outra maneira de gostar de ler, muito diferente de alguns depoimentos aqui apresentados que relatam o fato de terem desde pequenas orientação e ajuda de seus pais, professores e familiares que os incentivaram, eu não vim de uma família muito culta, meus pais não tinham nem a 4º serie, gastavam seu tempo trabalhando, trabalhando, trabalhando, para o nosso sustento, vida bem sofrida...Minha recordação marcante dessa época foi que fui reprovada 2 vezes na 1 série, é isso mesmo fiz 3 anos a 1 º ano primário, entendo bem hoje a ideia da progressão continuada, apesar de muito boa, muito mal interpretada infelizmente...Porém minha mãe sempre teve vontade que eu tivesse tudo ou quase tudo que ela não teve e se relacionava com pessoas muito cultas, e quando uma das amigas dela que eu admirava muito me deu um livro do Sidney Sheldon para ler eu sei la´, foi a mudança de habito mais fácil para mim , devorava um livro atrás do outro e hoje leio também até bula de remédio, rótulo de shampoo, amoo ler...Será que gostar de ler já não nos é nato também, ou dependente das instruções, dos estímulos ? 

Adriana de Andrade

Motivação para a leitura.

 


O primeiro contato com a escrita foi através da minha irmã mais velha que começou a me ensinar as primeiras vogais,antes de entrar para a 1ª série. Um fato marcante na minha infância, foi no grupo escolar onde estudava,havia uma prateleira com poucos livros na entrada da classe,e uma vez por semana a professora pedia para escolher um livro para ler,que eu ansiosamente esperava este dia chegar. Ela também colocava num cavalete algumas telas com gravuras maravilhosas,e pedia que fizéssemos uma ¨Composição à vista da gravura¨,através das imagens,mergulhava num mundo de imaginação e realizava um pouco dos sonhos que tinha para conquistar.

Postado por: Rita de Cássia Barbosa Bragantini

As mudanças tecnológicas e a leitura digital


As mudanças tecnológicas advindas com o novo século esta mudando radicalmente os processos de aquisição de informação e conhecimento, com isto o processo de aquisição da competência leitora  hoje não só por meio de livros,  jornais e revistas tradicionais mas a inovação da leitura digital.

Muitos livros estão disponibilizados para caberem em seu  celular ou tablete, os e-books ou livros eletrônicos serão  a forma futurística da leitura , embora os livros convencionais ainda sobreviverão .

O surgimento dos primeiros e-books, entre o final do século passado e o início do novo milênio não representou, naquele momento, o alento que os entusiastas das tecnologias esperavam. Eram caros, tinham poucos recursos, não havia ainda conexão com a internet, dependiam dos computadores de mesa para que se realizasse o download de um novo título e até o próprio sistema de compras ainda era incerto, lento e confuso.

O surgimento da internet móvel, aliada aos novos modelos de e-books, ligados via wi-fi ou pelos sistemas 2G e 3G  (que estão sendo substituídos pelo 4G pelo mundo afora, inclusive no Brasil) a internet e dinamizados pelo surgimento de redes especializadas em comercializar os livros eletrônicos, proporcionando um rápido download de arquivos com textos, imagens, vídeos, áudios e animações está fazendo com que as primeiras páginas da história dos e-books sejam rapidamente viradas.

A problemática é que nem todo mundo consegue acessar estas ferramentas virtuais, por meio de seus recursos tecnológicos.

Mas a leitura digital será mais um artificio para o ensino de matemática e de outras disciplinas nas próximas décadas.

- Entre as livrarias virtuais a mais tradicional e pioneira do ramo é a Amazon Books, que se prepara para instalar-se no Brasil. Além dela é possível comprar livros em livrarias nacionais como Saraiva e Livraria Cultura.

- Tanto a Amazon quanto a Saraiva disponibilizam e-readers para serem baixados em celulares e tablets. No caso da Amazon é o Kindle, no da Saraiva é o Digital Reader e a Livraria Cultura utiliza o Cultura e-reader.

- É possível ainda baixar estes e-readers para celulares e tabletes a partir do Google Play.

Com isto é nosso dever como professores prepararmos nossos alunos para esta nova era a alfabetização digital e o letramento matemático fará parte deste contexto em sala de aula.

Entre as principais bibliotecas virtuais brasileiras e/ou acervos on-line disponibilizados podemos mencionar e sugerir:









Utilizar todos estes recursos passa a ser, desde já, mais que uma possibilidade, tornando-se realidade e, sendo passível, desde já, a um exame sério por parte dos educadores quanto às potencialidades pedagógicas.

Além disso, é de vital importância que o acesso e utilização de bibliotecas virtuais seja incentivados e difundidos entre os estudantes para que estes acervos, qualificados como são, sejam conhecidos e utilizados como bases referenciais de dados.

No caso dos professores, para que tudo isso possa, de fato, ter utilidade e repercussão, é preciso que conheçam e se apropriem das ferramentas e softwares antes de seus alunos, percebendo as potencialidades, verificando a usabilidade e até mesmo o alcance juntamente aos grupos de alunos com os quais interage.

segunda-feira, 3 de junho de 2013




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A  leitura entrou em minha vida , por meio da escola primeiro livro "Caminho Suave" em minha época os livros não eram tão acessíveis como hoje em dia, as escolas não tinham bibliotecas e os poucos livros que circulavam eram emprestados, lembro que durante a alfabetização os jornais foram a introdução a leitura autonoma, posteriormente os folhetos da igreja, dia de domingo tentar acompanhar a leitura que os fíeis realizavam era um desafio, mas era compensador. Meu primeiro livro foi da coleção vaga lume " O escaravelho do Diabo" que bom ler este livro, vários titulos da coleção e um que faz lembrar dele com muito carinho é "Meu pé de laranja lima", história linda presente de aniversário. Hoje leio com maior frequência um bom livro cativa pelo seu conteúdo, como o Pequeno Principe e tantos outros títulos, gosto de ler mesmo é artigo cientifico e jornais.